De 13 a 17 de maio último, no Pavilhão da Bienal (Parque do Ibirapuera), aconteceu o 22º Salão do Artesanato Raízes Brasileiras, com a participação dos 26 estados e Distrito Federal (Brasília), totalizando as 27 unidades federativas do Brasil. O evento projetou receber cerca de 60 mil visitantes e reuniu obras de 709 artesãos, com entrada gratuita.
No estande Rio de Janeiro, o quadro de Nossa Senhora, todo feito com cápsulas de café cortadas à mão, estava exposto para os visitantes; o único detalhe pintado foi o manto. “Estava faltando alguma coisa quando eu olhava para ele. Depois de pronto resolvi acrescentar as florzinhas em volta para dar um detalhe à obra, e ficou lindo”, afirmou a artesã Inês Rache.
No último dia, a feira ficou bastante movimentada. Muitos visitantes passeavam com as malas cheias de compras e as sacolinhas lotadas. Ninguém saiu sem um mimo. Com apresentações culturais, manifestações artísticas e oficinas, o público pôde se divertir bastante.
“A paulistana que estava a trabalho, nas suas horas de descanso passou pelos estandes e reconheceu a importância da cultura nordestina; é uma riqueza que enche nossos olhos. Ela ficou encantada com tudo que viu. E lembrou dos pais, que são de Pernambuco e Alagoas”, afirmou a promotora Dariane Mendonça.
O artista Gui Mancini, com sua obra, transformou a onça‑pintada em um elo vivo entre biomas, cultura e os movimentos da natureza.
Por fim, quero agradecer o meu amigo de Santa Catarina, Walney Barbi, pelo presente.
Por: Adriano Mendes






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