Abrindo a agenda de comemorações pelo aniversário de 474 anos de existência de Santo Amaro, foi realizada na Catedral de Santo Amaro (Igreja Matriz) a tradicional Missa Solene em alusão ao aniversário do bairro. Ela teve início às 12 horas do dia 15 de janeiro e foi ministrada por dom José Negri, bispo diocesano de Santo Amaro, auxiliado pelo padre Rogério Bhering, pároco local, e demais padres da diocese.
Um bom público compareceu à missa, ocupando todos os lugares e corredores laterais. Também estiveram presentes no ato religioso o secretário municipal Rodrigo Goulart, de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, também representando o prefeito Ricardo Nunes, o ex-parlamentar Antônio Goulart, o subprefeito Silvio Rocha de Oliveira Jr., o Silvinho Rocha, de Santo Amaro, Pedro Baptista, diretor titular da Distrital Sul do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), Carlos Heinz Heying, presidente da Associação dos Empreendedores e Moradores do Brooklin (AEMB), Andréa Sousa, presidente do Rotary Club São Paulo / Ponte Estaiada, José Carlos Bruno, presidente do Centro das Tradições de Santo Amaro (Cetrasa), e os diretores Gilberto Marques Bruno e Mary Ângela Marques Bruno, entre outros.
Em seu sermão, dom José falou sobre as origens da Ordem Beneditina, a qual pertencia Mauro ou Santo Amaro, padroeiro do bairro, sendo ele um dos primeiros discípulos de São Bento, entrando para a vida religiosa ainda menino e tornando-se um monge reconhecido por sua obediência, humildade e caridade.
O bispo lembrou que a igreja de Santo Amaro é a segunda mais antiga de São Paulo e que o seu padroeiro, o beneditino Amaro, tinha como regra a procura por Deus, estar em Deus através da contemplação, da espiritualidade e da oração, e esta seria a herança mais bonita que Santo Amaro nos deixou: reze e trabalhe.
Ao final do ato religioso, dom José, em nome do sumo pontífice da Igreja Católica, deu a benção plenária a todos os presentes, encerrando a Missa Solene com um “Viva Santo Amaro!”, sob aplausos do público.
Falando ao “Notícias” ao final da cerimônia, o subprefeito Silvinho considerou como linda a missa em homenagem a Santo Amaro, bairro que vem crescendo e evoluindo e que sua vinda para a Subprefeitura foi com o intuito de poder colaborar com este crescimento e evolução.
Para o secretário Rodrigo, entre todas as homenagens e celebrações ao bairro, com certeza a missa celebrada por dom José é a mais especial.
Já o diretor Pedro Baptista, além de elogiar a missa, realçou a ótima programação de eventos pelo aniversário de Santo Amaro, que vai até o final de janeiro, convidando a população a participar.
Há 30 anos vivendo no bairro que escolheu “para morar e morrer”, o “botina amarela” Pedro nasceu na Venezuela e diz que “Santo Amaro é Santo Amaro, e que não tem prá ninguém”.



















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